Cuidado com os ciclos de atividades do seu negócio

Você abre um negócio no ramo industrial, compra máquinas, contrata funcionários, compra matérias-primas, inicia o processo de fabricação e ficam prontos os primeiros produtos. Se a sua empresa não operou com vendas ajustadas à demanda antecipada (encomendas), sua equipe de vendas sairá ao mercado para vender seus produtos.

Perguntas Importantes para o seu negócio dentro desse contexto:

  1. Qual é o prazo entre a empresa estar preparada (máquinas alinhadas, matérias-primas no “chão da fábrica” e funcionários treinados e comprometidos) para o início da produção e o produto estar pronto para a venda?
  2. Quanto tempo leva para o departamento comercial de sua empresa vender o produto?
  3. Sua política de crédito concede qual prazo para o recebimento de suas duplicatas?

É evidente que essas movimentações, dentro do ciclo de produção, acabam se ajustando de tal forma, que os prazos podem ser reduzidos à medida que você passa a conhecer melhor as movimentações operacionais de sua empresa e do mercado em que sua empresa está inserida. Mas esse processo de maturação pode levar certo tempo, possui um grau de pressão que age com determinada intensidade sobre a gestão da empresa e, com certeza, vai provocar sentimentos variados nos envolvidos. As consequências, favoráveis ou desfavoráveis, dependerão do grau de maturidade empresarial dos envolvidos no negócio.

Por isso, fique de olho nos ciclos de atividades de seu negócio, pois, estando eles alinhados com o planejamento da empresa, suas movimentações ficam, de certa forma, previsíveis no horizonte de tempo determinado, e isso contribui para possíveis ajustes que se façam necessários no decorrer do processo.

Em tempo: Em relação à pergunta n.º 3, não se esqueça de verificar a adimplência de seus clientes. Isso faz uma grande diferença. No mais, desejamos sucesso em seus negócios.

Caso venha tenha alguma dúvida ou queira informação adicional sobre o tema, entre em contato conosco para podermos ajudá-lo.

João Daniel Quagliato, Contador, Economista, Pós-Graduado em

Contabilidade e Finanças, Consultor Econômico-Financeiro

e Professor de Pós-Graduação na área de Negócios.

Empreendedores, este é o momento!

As configurações no mundo empresarial estão mudando rapidamente e provocando transformações significativas nos modelos de negócio. Essa onda de mudanças e de rápidas transformações continuará ocorrendo, e isso deve ser assimilado por aqueles negócios que pretendem continuar inseridos em seus segmentos.

Essas mudanças não afetam somente as organizações, mas também os profissionais de várias áreas que estão envolvidos nesse contexto. Com tudo isso acontecendo, se pergunta: E daí? O que fazer?

A resposta imperativa a esse questionamento é saber aonde se pretende chegar e o que precisa ser mudado ou melhorado para se alcançar o objetivo traçado. E, uma vez conquistado o objetivo, o que fazer para se manter no patamar alcançado?

E para que isso ocorra, há de se promoverem novas mudanças e novas melhorias para que as empresas se ajustem às novas transformações que estarão ocorrendo e para que se possa manter o círculo virtuoso em movimento.

OK, tudo isso é interessante, mas como se manter focado na busca dos objetivos se vivemos num clima anunciado pelos meios de comunicação que promovem certa desconfiança pelas informações contraditórias em relação aos acontecimentos sociais, políticos e econômicos? Não há outra forma a não ser selecionar as informações que se julguem importantes para o seu negócio ou para o seu crescimento/desenvolvimento profissional e se afastar dos sensacionalismos gratuitos que, além de minimizar os ânimos, promovem discórdias nos relacionamentos humanos e com nada contribuem para o bem-estar da sociedade.

Este é momento, Empreendedores! O ano de 2020 já se foi. Estamos iniciando o ano de 2021, que, evidentemente, se apresenta com várias sequelas em decorrência de tudo aquilo que assolou nosso país e o mundo no ano passado. Neste ano, teremos a chance de escrever uma nova história para a nossa vida e para os nossos negócios e contribuir para o crescimento/desenvolvimento sustentável do País.

João Daniel Quagliato,

Contador, Economista, Pós-Graduado em Contabilidade e Finanças,

Consultor Econômico-Financeiro e

Professor de Pós-Graduação na área de Negócios.

Qual é o melhor Regime de Tributação para a sua empresa?

A resposta para essa pergunta é de vital importância para os gestores empresariais, pois a escolha indevida de um Regime de Tributação pode anular qualquer esforço feito na operacionalização do negócio.

A Legislação Brasileira oferece vários regimes de tributação que devem ser analisados e ponderados antes da escolha daquele que melhor se adapte ao seu negócio. Em linhas gerais, são três os mais conhecidos e escolhidos pelas empresas: Regime de Tributação pelo Lucro Real Trimestral, Regime de Tributação pelo Lucro Presumido e Simples Nacional.

Em que eles diferem? Embora algumas atividades sejam exclusivas de alguns deles, o faturamento (Receita Tributável) já se torna um indicativo limitante para a flexibilização da opção. Empresas com faturamento de até R$ 4.800.000,00/ano podem estar alocadas no Simples Nacional. Se acima desse valor e até R$ 78.000.000,00/ano, alocam-se na opção pelo Lucro Presumido ou Lucro Real Trimestral. A partir desse valor (R$ 78.000.000,00), a exigibilidade é pelo Lucro Real e suas variantes, ou seja, Balancete Suspensão ou Estimativa.

Além dessas, outras condicionantes devem ser consideradas no momento da escolha, a qual envolve outros parâmetros de relevância que afetam o resultado da empresa. A escolha deve considerar não somente a questão numérica (valores monetários), mas também os elementos que envolvem os relacionamentos comerciais dos envolvidos. Explico: a escolha de um regime de tributação em detrimento de outro – por se pagar menos tributo com o escolhido sem levar em consideração que esse escolhido não oferece condições para o cliente recuperar alguns dos tributos pagos pela compra – pode afastar o cliente de seu negócio, pois as empresas prezam pela possibilidade de recuperação de tributos nas compras.

Com isso, é imperativo, nesse período, a conversa com o profissional de contabilidade de seu negócio para que, em conjunto, se verifiquem quais são as possibilidades existentes na legislação tributária para que se escolha o regime de tributação adequado para o seu negócio, evitando, assim, o aumento da carga tributária que comprometa o resultado de sua empresa.

Caso você tenha alguma dúvida ou queira informação adicional sobre o tema, entre em contato conosco para podermos ajudá-lo.

João Daniel Quagliato,

Contador, Economista, Pós-Graduado em Contabilidade e Finanças,

Consultor Econômico-Financeiro e

Professor de Pós-Graduação na área de Negócios.

Os Agentes do Negócio

Quando se analisa a estrutura de uma organização focada nos agentes operacionais que se movimentam dentro dessa estrutura, podemos pontuar quatro deles, que são extremamente importantes para o bom andamento dos negócios e que devem ser motivo de atenção para que se alcance o sucesso no crescimento/desenvolvimento sustentável do negócio. São eles: Funcionários, Fornecedores, Clientes e Fluxo de Caixa.

Os Funcionários devem ser comprometidos com a organização, e, para que esse comprometimento aconteça, esses funcionários devem ter conhecimento de quais são os objetivos e as metas para o negócio. Não há como se comprometer com uma causa quando não se tem conhecimento dos pontos importantes dela.

O segundo agente importante são os fornecedores da empresa. As matérias-primas para a fabricação dos produtos da empresa e/ou as mercadorias que se compram para revender devem estar no nível de qualidade exigida para seus produtos a fim de que o terceiro agente do negócio – o(a) cliente – esteja sempre satisfeito.

O último agente – ressalte-se que eles não estão dispostos por ordem de importância – é o Fluxo de Caixa. A movimentação dos fluxos financeiros do negócio deve estar alinhada com os outros três agentes, pois quando há insuficiência de recursos financeiros no negócio, três consequências imediatas (ou em curto, médio ou longo prazo) podem surgir: os salários dos colaboradores podem ser desmotivadores para que tenham um grau de comprometimento aceitável; os melhores fornecedores podem atrasar o envio dos pedidos; e os clientes podem fugir em função de uma política de crédito desfavorável aos seus interesses.

Finalizando, é de suma importância que esses agentes (funcionários comprometidos, fornecedores qualificados, clientes satisfeitos e fluxo de caixa) da organização estejam relacionados entre si, a fim de que se crie um ambiente favorável no negócio objetivando seu crescimento/desenvolvimento sustentável.

Caso você tenha alguma dúvida ou queira informação adicional sobre o tema, entre em contato conosco para podermos ajudá-lo.

João Daniel Quagliato, Contador, Economista, Pós-Graduado em Contabilidade e Finanças, Consultor Econômico-Financeiro e Professor de Pós-Graduação na área de Negócios.

A sua empresa está preparada para 2021?

O ano de 2020 está se encerrando, e este é o momento ideal para que você avalie a performance do seu negócio. Para isso, é importante que tenha um grau considerável de confiança na veracidade das informações operacionais geradas durante o ano, demonstrando a visibilidade do negócio na busca da sustentabilidade do crescimento/desenvolvimento.

Uma ferramenta importante para realizar essa análise é a Auditoria Operacional nas informações de natureza econômico-financeira, sejam elas segmentadas em períodos mensais, trimestrais, semestrais, sejam elas consolidadas para o período dos doze meses.

Essa Auditoria Operacional mensura os reflexos das atividades operacionais da empresa nos resultados econômico-financeiros utilizando-se dos conceitos da Eficiência, da Eficácia e da Economicidade, evidentemente dentro do contexto empresarial.

Qualquer negócio, para que se preze, possui um planejamento das operações objetivando resultados. Em linhas gerais, a análise pela eficiência contribui para demonstrar se o planejado foi executado; a análise pela eficácia aponta se os objetivos foram atingidos; e a análise pela economicidade verifica a relação custo/benefício. Caso os objetivos não tenham sido atingidos, a Auditoria Operacional vai demonstrar as causas internas que prejudicaram os resultados e/ou as influências negativas provocadas pelas causas externas.

Essa prática utilizada pela Auditoria Operacional permite que se conheçam possíveis erros cometidos na consecução dos objetivos do negócio para que sejam corrigidos. Além disso, permite a elaboração de cenários e tendências para os próximos anos utilizando-se de projeções lastreadas no conhecimento das movimentações operacionais da empresa.

Caso você tenha alguma dúvida ou queira informação adicional sobre o tema para aplicar essa filosofia em seu negócio, entre em contato conosco para podermos ajudar a sua empresa no crescimento/desenvolvimento sustentável.

João Daniel Quagliato, Contador, Economista,

Pós-Graduado em Contabilidade de Finanças, Articulista, Professor e Coordenador de Pós Graduação na Área de Negócios.

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