Visão Estratégica de Negócios

“A equiparação aos novos padrões, objetivando manter-se no mercado, torna-se necessária, mas não suficiente”

Boletim de Gestão Econômico-Financeira de Empresas
ANO II – Vol XIX
Julho 2017
Professor João Daniel Quagliato

“Ou você tem estratégia própria, ou então é parte da estratégia de alguém.”
ALVIN TOFLER

Na medida em que o mundo dos negócios se tornou mais exigente em questões de competitividade de seus agentes econômicos, foram surgindo novas metodologias para melhor se conhecer as movimentações dos custos e das despesas dentro do contexto organizacional.

Atualmente, de maneira mais acentuada, as organizações buscam obter vantagem competitiva em seus negócios. Uma ação desarticulada com os objetivos da empresa e desalinhada com as tendências do segmento em que ela está inserida e com o mercado global limita o raio de ação da empresa quando se busca sustentabilidade e/ou o crescimento.

Enquanto algumas organizações provocam ações que, por vezes, desajustam a concorrência no mercado, outras, que não possuem influência suficiente para provocá-las, procuram se ajustar aos movimentos das primeiras, assimilando os novos padrões, que vão sendo incorporados aos seus modelos, ou saindo do mercado por não se tornarem competitivas.

A equiparação aos novos padrões, objetivando manter-se no mercado, torna-se necessária, mas não suficiente. O que na verdade ocorre é que na medida em que as empresas vão se inserindo no ambiente competitivo necessitam, ao pretenderem se preservar em seu segmento de mercado, se posicionar de forma diferenciada da concorrência.

Outra questão importante e relevante, já inserida no contexto, é a criação da vantagem competitiva. Numa linguagem simples e aplicativa essa vantagem é a capacidade que a empresa possui de agregar um valor igual a um custo mais baixo ou criar um melhor valor a um custo igual ao do seu concorrente. A busca desse objetivo torna-se imperativa tanto para aquelas empresas que buscam o crescimento, como para aquelas que procuram somente a sustentabilidade.

Existem vários fatores conjugados nas ações desenvolvidas pelas empresas em seu segmento. Eles se relacionam criando sinergias e promovendo resultados que se tornam significativos na medida em que há compreensão pelos responsáveis pelas decisões empresariais das informações que estão disponíveis nos relatórios gerenciais; as que são criadas dentro do ambiente organizacional (ambiente interno) e as que estão ocorrendo no contexto econômico social (ambiente externo).

A leitura que se faz desses fatores, internos e externos, que sobremodo influenciam as decisões empresariais dia-a-dia, cria condições de previsibilidade dos negócios. Isso ocorre na medida em que há compreensão das tendências mais expressivas que vão sendo configuradas dentro do ambiente negocial em que a empresa está inserida, tornando as decisões mais consistentes e significativas aos objetivos empresariais.

Caso você tenha alguma dúvida ou queira informação adicional sobre o tema abordado, entre em contato conosco para podermos ajudá-lo.

Sucesso e bons negócios!

João Daniel Quagliato é Contador; Economista; Pós-graduado em Administração Financeira, Contabilidade e Auditoria, Consultoria Contábil-Financeira; Mestre em Educação com ênfase no ensino da Contabilidade; professor nas áreas de Custos, Economia e Tributação para cursos de graduação e pós-graduação pela Universidade Adventista de São Paulo (UNASP); e, Consultor em Gestão Econômico-Financeira de Empresas.
www.quagliatoconsultoria.com.br
joaodaniel@quagliatoconsultoria.com.br
(19) 99608-0362

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